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Vigilância Epidemiológica recebe 4º prêmio consecutivo relacionado a Qualidade nas ações de Controle da Tuberculose

Publicado em 04/04/18 09:07 AM

A Secretaria de Saúde, através do Departamento de Vigilância Epidemiológica, recebeu no dia 20 de março mais um Prêmio, referente a Qualidade nas ações de Controle da Tuberculose, totalizando em 9 anos o seu 6º prêmio, sendo o 4º ano consecutivo. Em 2018, a Secretaria foi contemplada pela cobertura de exames de HIV para casos de tuberculose.

Essa premiação é resultado do trabalho do Departamento no diagnóstico do HIV por meio do teste rápido anti-HIV a todas as pessoas com tuberculose, possibilitando a quem se descobre soropositivo o diagnóstico oportuno e o início precoce do tratamento da coinfecção, já que com a AIDS (HIV), o indivíduo encontra-se com imunodepressão, que é quando ocorre baixa das células de defesa do organismo, impedindo ou dificultando que elas ajam contra bactérias e corpos estranhos, não tendo uma defesa eficaz, aumentando a chance da pessoa infectada contrair tuberculose, assim como outras infecções oportunistas.

A tuberculose é uma doença infecciosa causada por um micróbio chamado "Bacilo de Koch", contagiosa, e como atinge a área dos pulmões, sua transmissão acontece pelas vias aéreas, como espirros e tosse. Essa doença muitas vezes não apresenta sintomas, mas quando ocorrem, os sintomas incluem tosse (às vezes, com sangue), perda de peso, sudorese noturna e febre.

Essa doença pode atingir a todos, porém, em sua maioria, afeta pessoas com imunodeficiência/imunodepressão, como as que vivem com HIV, ou com maior vulnerabilidade social, já que suas condições de alimentação e higiene são mais frágeis, deixando-as suscetíveis a um grande número de doenças.

No entanto, o principal problema para o controle da tuberculose no país não é exclusivamente o número de casos, e sim o índice de abandono do tratamento, que dura apenas 6 meses, dificultando o trabalho dos agentes epidemiológicos e disseminando a doença, que é transmitida tão facilmente.

O abandono do tratamento pode levar a várias consequências graves, como, por exemplo, o risco de as bactérias se tornarem resistentes aos antibióticos, ocorrer a disseminação e a transmissão para outras pessoas, e levar o próprio individuo a morte.

Caso tenha algum sintoma, procure um médico ou entre em contato com a Vigilância Epidemiológica, pelo telefone 4442-5236 ou presencialmente na Rua Capitão Alberto Graff Nº 201 - Centro de Caieiras.

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